quinta-feira, 9 de abril de 2015

PRELUDIO






Talves seja
A sinfonia
Do meu coração
Que em preludio
Bateu
Assim que me deu
O brilho do teu olhar
Assim que me ensinou a viajar
Dentro de um sonho qualquer
São asas de uma mulher
Que anjo se tornou
São voos rasantes
Que a todo instante
O coração balançou
São flores
Pelos caminhos
São rosas
E espinhos
São palavras
Perdidas
Lembranças
Que esquecidas
No tempo ficou
São coisas do égo
Recordações
Que me apego
Sem nada lembrar
São estrelas
Brilhando
É a lua que vem chegando
A caminho do mar
São espumas
Grudando nos rochedos
E eu tenho medo
Desta minha solidão
Desta minha dor
Desta minha saudade
Que como a flor
Vai despetalar
Seram os o lhos meus
Que sobre os teus
Simplesmente
Deixaram de brilhar
Mas nada disso passa
São nuvens de fumaça
Voando em direção ao
Céu
E que papel... o poema guardou

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