terça-feira, 28 de junho de 2016

QUANDO A TARDE MORRE





ENTRE O DESAPARECER DO SOL
E A CHEGADA DA LUA
FLORES PELA RUA
PERFUMES VÃO DEIXANDO
A CALÇADA AINDA MOLHADA
PELA CHUVA QUE CAIU
ENTRE O MEIO FIO SUMIU
UM BARQUINHO DE PAPEL
POIS FOI ALI QUE O CÉU
SUAS NUVENS ESPELHARAM
E VOCÊ SENTADA
OLHA PARA A ESTRADA
LA ONDE AO BRISA FEZ A CURVA
E SENTE EM SEUS OLHOS
O FRESCOR DE UMA LAGRIMA
GELADA
POIS AS LEMBRANÇAS FORAM
EMBORA
E SÓ SAUDADE... RESTOU
AS LUZES FORAM ACESAS
EM CIMA DA MESA
UMA FOLHA EM BRANCO
UMA ROSA DESBOTADA
UM POEMA SEM FIM
POIS A POESIA EM MIM

SIMPLESMENTE... MORREU

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